Ana Buzzi acusa ministro de ser “predador sexual” em choque revelações!

Ana Buzzi acusa ministro de ser “predador sexual” em meio a investigações! 🚨 Marco Buzzi é acusado de importunação em Balneário Camboriú. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

A advogada e fundadora da instituição que apoia mulheres vítimas de violência sexual, Ana Buzzi, fez duras acusações contra o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Marco Buzzi. Em declarações publicadas nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, Buzzi o chamou de “predador sexual”, em meio a investigações sobre dois casos de importunação sexual.

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Primeiro Relato e Outra Possível Vítima

O primeiro relato contra o ministro surgiu após a alegação de que ele teria tentado agarrar à força uma jovem de 18 anos, filha de amigos, em 9 de janeiro de 2026, em Balneário Camboriú (SC). Adicionalmente, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) identificou uma segunda possível vítima de Buzzi, embora sua identidade permaneça desconhecida até o momento.

Reação da Advogada e Críticas

Ana Buzzi afirmou que o comportamento de Buzzi é caracterizado pela reincidência e que o mínimo que se espera é que ele seja responsabilizado. “É um comportamento cuja característica intrínseca é a reincidência, um modus operandi reproduzido com diversas vítimas.

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Eu coloco a minha mão no fogo”, declarou a fundadora da Me Too Brasil. Ela criticou o fato de o ministro continuar recebendo benefícios, como férias remuneradas, e considerou isso um “prêmio”.

Andamento das Investigações e Próximos Passos

O afastamento de Marco Buzzi do trabalho está sem prazo definido, mas ele permanece impedido de utilizar seu local de trabalho, veículo oficial e outras prerrogativas. Os magistrados planejam se reunir novamente em 10 de março para analisar as conclusões da comissão de sindicância, que foi definida em 4 de fevereiro.

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O caso tramita tanto no CNJ quanto no Supremo Tribunal Federal, e há a possibilidade de Buzzi ser acionado no Senado Federal.

Resposta da Defesa e Próximos Passos

A defesa do ministro Marco Buzzi recebeu o afastamento cautelar com “respeitosa irresignação”. Para os advogados, a medida é desnecessária, pois não há risco de interferência nas investigações e o magistrado já se encontra afastado por motivos de saúde.

A defesa também argumenta que o afastamento antes da conclusão do processo pode criar um precedente preocupante e informou que está reunindo provas para apresentar sua versão dos fatos e permitir uma análise mais completa do caso.

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