Processo Revela Desentendimento Sobre Venda de Pertences da Amy Winehouse
Um tribunal superior em Londres está investigando uma disputa envolvendo a venda de itens pertencentes à falecida cantora britânica Amy Winehouse. Duas amigas da artista, Naomi Parry e Catriona Gourlay, foram acusadas de se apropriar de bens da estrela, estimados em cerca de 730 mil libras (aproximadamente R$ 5,3 milhões na cotação atual).
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A venda incluiu itens como uma bolsa Armani e vestuário utilizado em sua última turnê, ocorrida em junho de 2011, pouco antes de sua morte aos 27 anos.
Alegações de Engano e Descuido
O pai de Amy Winehouse, Mitch Winehouse, moveu processo contra as duas mulheres, argumentando que elas não possuíam o direito de comercializar os pertences da filha. Segundo o advogado do pai, Henry Legge, a descrição da venda como “apenas alguns detalhes menores” foi considerada “sumamente enganosa”, indicando que as vendedoras se aproveitaram da falta de atenção de Mitch.
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Controvérsia sobre Destino dos Lucros
Documentos judiciais revelam que Mitch Winehouse acreditava que os lucros do leilão realizado pela Julien’s Auctions, sediado em Los Angeles, seriam destinados a ele. Além disso, um acordo previa que um terço dos ganhos seriam doados à Fundação Amy Winehouse, criada para apoiar jovens talentos.
No entanto, as duas amigas da cantora não cumpriram essa cláusula, conforme alegado pelo pai da artista.
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Legado e Circunstâncias da Morte
Amy Winehouse, reconhecida por sua voz marcante e estilo icônico, faleceu em 23 de julho de 2011, devido a intoxicação alcoólica. Sua carreira, embora breve, foi notável e deixou um legado duradouro na música. A investigação judicial busca esclarecer as circunstâncias da venda dos bens e o destino dos lucros gerados pelo leilão.
