“Amarela”, indicado ao Oscar 2026, não conquista vaga entre os finalistas. Curta brasileiro com Erika Shigeriu não é selecionado pela Academia.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta quinta-feira (22) os indicados ao Oscar 2026. O Brasil não obteve reconhecimento na categoria de Melhor Curta-Metragem em Live Action. O filme nacional “Amarela”, dirigido por André Hayato Saito, recebeu uma indicação entre os 15 títulos pré-selecionados em dezembro de 2025.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O curta de 15 minutos narra a história de Erika Shigeriu, uma adolescente nipo-brasileira, durante a final da Copa do Mundo de 1998, um evento que marca a disputa entre Brasil e França. A trama explora os conflitos internos da jovem em relação às tradições familiares japonesas e sua identidade no Brasil.
A narrativa acompanha Erika enquanto ela assiste à partida com amigos, e confronta-se com uma violência sutil, mas impactante, que intensifica seus sentimentos de deslocamento e falta de pertencimento em seu país. O filme aborda, de forma concisa, questões de identidade e pertencimento através de uma narrativa visualmente carregada.
Apesar da indicação inicial, “Amarela” não foi selecionada entre os cinco curtas-metragens finalistas. A decisão da Academia destaca a competitividade da premiação e a qualidade dos filmes concorrentes.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Autor(a):
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!