Aluguéis sobem no Brasil! 🚀 Aluguéis residenciais disparam em janeiro de 2026, ultrapassando a inflação. Descubra as capitais com maiores altas (Natal, Belém, Manaus) e as cidades com menor valor do aluguel. Análise completa!
Em janeiro de 2026, o mercado de aluguéis residenciais no Brasil apresentou um cenário de alta nos preços, superando a inflação medida pelo IPCA e pelo IGP-M. O Índice FipeZap registrou um avanço de 0,65%, impulsionando o aumento dos valores contratuais em um período de crescente pressão inflacionária.
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Essa tendência se refletiu em um cenário diversificado, com variações significativas entre as cidades pesquisadas.
De um total de 36 cidades analisadas, 32 registraram elevação nos preços dos aluguéis. Nas capitais, 19 das 22 monitoradas também apresentaram aumento, com destaque para Natal (+3,01%), Belém (+2,61%) e Manaus (+2,18%). Por outro lado, Aracaju (-2,31%), Teresina (-0,31%) e Florianópolis (-0,19%) registraram pequenas reduções nos preços.
Essa heterogeneidade reflete as particularidades econômicas e demográficas de cada região do país.
O aumento nos preços foi mais acentuado em unidades maiores, como apartamentos com quatro ou mais dormitórios, que subiram 1,29% em janeiro. Em contraste, apartamentos de um quarto tiveram uma alta mais modesta, de 0,41%. Essa diferença pode ser atribuída à maior demanda por imóveis maiores, impulsionada pelo crescimento das famílias e pela busca por mais espaço.
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Além do desempenho em janeiro, a análise acumulada em 12 meses revelou um cenário ainda mais expressivo. O Índice FipeZap apresentou uma alta de 9,10%, superando a inflação medida pelo IPCA (+4,44%) e pelo IGP-M (-0,91%). Destacam-se, nesse período, cidades como Teresina (+20,95%), Belém (+18,14%) e Cuiabá (+17,49%), enquanto Campo Grande (-7,15%) se manteve como o ponto mais baixo entre as capitais.
A rentabilidade média do aluguel residencial, calculada como a razão entre o preço de locação e o valor de venda dos imóveis, foi estimada em 5,99% ao ano em janeiro. No entanto, essa taxa permanece abaixo da rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência, indicando que o investimento imobiliário pode não ser a opção mais atrativa para quem busca maximizar seus rendimentos.
O preço médio de locação nas 36 cidades pesquisadas foi de R$ 51,40 por metro quadrado (m²) em janeiro. Apartamentos de um dormitório concentram os valores mais elevados, com média de R$ 68,53/m², enquanto imóveis de três dormitórios apresentam o menor preço médio, de R$ 44,12/m².
Belém (R$ 63,60/m²) e São Paulo (R$ 62,96/m²) figuram entre as mais caras da amostra, enquanto Campo Grande (R$ 28,47/m²) e Teresina (R$ 29,59/m²) contam com os valores médios mais baixos.
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