Alta Representante da UE Alerta sobre Segurança do Ártico e Críticas a Trump

Alta Representante da UE, Kaja Kallas, destaca interesse comum na segurança do Ártico com EUA. Diálogo com aliados busca evitar conflitos e tarifas.

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(Imagem de reprodução da internet).

Alta Representante da União Europeia Enfatiza Segurança do Ártico como Interesse Transatlântico

A alta representante da União Europeia, Kaja Kallas, declarou nesta segunda-feira (19) que a segurança da região do Ártico representa um interesse comum entre a Europa e os Estados Unidos. Em sua comunicação nas redes sociais, Kallas ressaltou a importância de discutir o tema com os aliados americanos, enfatizando que a região é de interesse mútuo.

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A diplomata criticou as ameaças tarifárias, afirmando que não são um caminho adequado para resolver as questões relacionadas à segurança do Ártico. Kallas também destacou que a soberania não deve ser utilizada como instrumento para fins comerciais, demonstrando uma postura cautelosa em relação a possíveis conflitos.

As declarações de Kallas surgiram após uma série de reuniões com representantes de diversos países, incluindo Mute Egede, membro do Parlamento da Groenlândia, Troels Lund Poulsen, vice-primeiro-ministro da Dinamarca, e Vivian Motzfeldt, ministra das Relações Exteriores da Groenlândia.

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Essas interações visam fortalecer a colaboração e o diálogo sobre a segurança da região.

Recentemente, o republicano Donald Trump anunciou uma possível taxação aos países que participam da Operação Arctic Endurance, após ter ameaçado anexar a Groenlândia. A Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Holanda e Finlândia, membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), podem ser afetados a partir de 1º de fevereiro.

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Trump propôs que a taxa de tarifa seja aumentada para 25% a partir de junho, até que um acordo seja firmado para a compra total da Groenlândia. A União Europeia, por sua vez, tem um pacote de 93 bilhões de euros (aproximadamente US$ 107,68 bilhões) pronto para entrar em vigor em 6 de fevereiro, caso não haja acordo com os Estados Unidos.

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