Alisson Rodrigues apresenta solução inovadora para a crise hídrica no Brasil! 🌊 Estudo revela aumento de 63-70% no volume de água armazenada com nova estratégia. Saiba mais!
A água é um recurso essencial para a vida e para o desenvolvimento do Brasil. Grande parte do nosso abastecimento urbano, a irrigação de lavouras e a produção de energia elétrica dependem do armazenamento em grandes reservatórios. No entanto, esses sistemas estão sob crescente pressão, agravada por secas cada vez mais longas e intensas, consequência das mudanças climáticas.
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A falta de água tem impactos imediatos no abastecimento, na produção de alimentos e na geração de energia, frequentemente gerando crises que exigem decisões emergenciais.
Um estudo recente, publicado na revista Water Resources Management, apresenta uma abordagem inovadora para a gestão desses reservatórios. A pesquisa, liderada pelo doutorando Alisson Rodrigues e com orientação do professor Ricardo Santos Silva Amorim, propõe a chamada “operação preventiva”.
Em vez de esperar que o nível da água atinja níveis críticos, antes de tomar medidas drásticas, o modelo sugere reduzir gradualmente a liberação de água, mesmo que isso signifique diminuir a produção de energia. Essa estratégia visa preservar o volume de água armazenado para os momentos de maior necessidade.
Através de modelos matemáticos, que utilizam dados diários coletados ao longo de duas décadas (de 2004 a 2024), os pesquisadores foram capazes de simular o comportamento dos reservatórios. Os resultados foram promissores: em cenários de seca severa, a redução na precipitação e, consequentemente, a diminuição das entradas de água no reservatório, podem ser compensadas com um aumento de 63% a 70% no volume mínimo de água armazenada.
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Isso reduz significativamente o risco de falhas no abastecimento, na irrigação e na manutenção das vazões ambientais do rio.
O estudo também destaca a importância de considerar a evaporação, um processo que representa uma perda contínua de água nos reservatórios. Pequenas reduções nessas perdas já fortalecem a resiliência hídrica, aumentando a capacidade do sistema de superar períodos secos.
A utilização de estruturas flutuantes, inclusive com painéis solares sobre a lâmina d’água, pode auxiliar na redução da perda de água, mas deve ser cuidadosamente planejada para evitar impactos negativos no ecossistema aquático. A chave para uma gestão hídrica eficiente reside na antecipação de cenários críticos e na tomada de decisões baseadas em evidências científicas.
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