Alíquota em Bens de Capital Desperta Furor nas Redes Sociais e Críticas!

Alíquota sobre importação explode em polêmica! Deputado do PL critica aumento de 25% e rebate governo. Saiba mais!

4 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Alíquota sobre Importação de Bens de Capital Repercute nas Redes Sociais

A recente decisão do governo do presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) de importar cerca de 1.000 produtos, incluindo smartphones, máquinas industriais (bens de capital) e equipamentos de informática e telecomunicações, gerou forte reação negativa nas redes sociais.

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O deputado federal do Partido Liberal (PL) de Minas Gerais publicou, na noite de terça-feira (24 de fevereiro de 2026), um vídeo de aproximadamente 3 minutos e 6 segundos com críticas à alta das alíquotas, que podem chegar a 25% e começariam a valer em março.

O vídeo já foi visualizado por 1,7 milhão de usuários no X e curtido por 1,6 milhão de perfis no Instagram.

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Críticas e Repercussão Inicial

No vídeo, o deputado inicia com uma frase crítica: “Você piscou e esse cara aqui acabou de criar mais 1 imposto em nosso país”, em referência ao ministro da Fazenda do PT. Ele argumenta que o governo, que mais arrecada imposto, continua aumentando as taxas.

O deputado também questiona para onde o dinheiro arrecadado vai, mencionando a ministra da Fazenda, Janja, como responsável pelo destino dos recursos.

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Defesa do Governo

Em entrevista a jornalistas na quarta-feira (25 de fevereiro), o ministro da Fazenda, Haddad, defendeu a medida, justificando que ela tem caráter regulatório e busca “proteger a produção nacional”. Segundo ele, mais de 90% dos itens afetados são fabricados no Brasil, o que diminui o impacto sobre o consumidor. “Qual é o objetivo?

Trazer essa empresa para o território nacional. Não tem impacto, a não ser na proteção da produção nacional”, afirmou o ministro após retornar de viagem à e à , onde acompanhou Lula.

Possibilidade de Revisão Temporária

Haddad disse que a norma permite revisões pelo , com possibilidade de redução ou zeragem da tarifa, caso necessário. A estimativa da (Instituição Fiscal Independente), órgão ligado ao , aponta que a medida, incorporada ao Orçamento Geral da União, pode reforçar o caixa federal em até .

Apesar da repercussão negativa, o governo pode voltar atrás e revogar a decisão.

Lista de Produtos Taxados

A lista de produtos taxados inclui: Geração de Energia e Motores: Caldeiras de diversos tipos, reatores nucleares, turbinas (a vapor, hidráulicas e a gás), motores para aviação e motores marítimos; Bombas e Compressores: Bombas de líquidos (incluindo para concreto e postos de combustível), compressores de ar ou de vácuo, ventiladores e microventiladores; Equipamentos de Refrigeração e Aquecimento: Freezers, resfriadores de leite e água, bombas de calor, estufas, fornos industriais (para metais, vidro ou cerâmica); Maquinário de Elevação e Movimentação: Guindastes, pontes rolantes, empilhadeiras, elevadores, escadas rolantes, robôs industriais e transportadores; Máquinas de Construção e Mineração: Bulldozers, motoniveladoras, escavadeiras, perfuradeiras, compactadores e máquinas para trabalhar minerais; Equipamentos Agrícolas: Arados, semeadores, adubadores, máquinas de ordenhar, colheitadeiras e máquinas para preparação de ração; Indústria Alimentícia e de Bebidas: Máquinas para panificação, fabricação de chocolate, açúcar, cerveja e processamento de carnes e peixes; Indústria de Papel, Celulose e Impressão: Máquinas de fabricar papel, encadernadoras, impressoras (offset, laser, jato de tinta, térmicas), além de cabeças de impressão e cartuchos; Indústria Têxtil: Máquinas para fiação, teares, máquinas de bordar, máquinas de lavar industrial e máquinas de costura (incluindo agulhas e partes); Máquinas-Ferramenta e Metalurgia: Tornos, centros de usinagem, fresadoras, prensas, laminadores e máquinas de corte (a laser, jato de água ou plasma); Informática e Escritório: Computadores de diversas capacidades (desde servidores de grande porte até laptops), unidades de memória, leitores de código de barras, mouses e caixas registradoras; Telecomunicações: Smartphones, aparelhos de comutação de dados (switches), roteadores, antenas e transmissores de rádio e TV; Componentes Eletrônicos: Diodos, transistores, LEDs, circuitos integrados (chips), processadores e memórias; Equipamentos Médicos e Laboratoriais: Ressonância magnética, tomógrafos, ecógrafos, endoscópios, incubadoras, rins artificiais e instrumentos odontológicos; Transporte Ferroviário, Marítimo e Aéreo: Locomotivas, vagões, navios de guerra, transatlânticos, barcos frigoríficos, rebocadores e drones; Instrumentos de Medida e Óptica: Microscópios, telêmetros, multímetros, osciloscópios, espectrômetros e máquinas de balancear peças.

Prazo para Redução Temporária

Apesar do aumento, o governo abriu prazo até 31 de março para pedidos de redução temporária da alíquota a zero para produtos que já tinham benefício anterior. A concessão poderá ser provisória, por até 120 dias.

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