Alexandre de Moraes sob Ataque: Requerem Quebra de Sigilos e Rastreamento de Recursos!

Alexandre de Moraes sob investigação! Deputado exige quebra de sigilos bancários do ministro do STF e de sua esposa. Revelações chocantes podem surgir!

25/03/2026 15:04

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(Imagem de reprodução da internet).

Deputado Federal Pede Quebra de Sigilos Bancários de Ministro do STF

O deputado federal, representante da Missão-SP, protocolou na terça-feira, dia 24 de março de 2026, dois requerimentos à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A solicitação central é a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes.

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O documento completo está disponível em formato PDF (142 kB).

Investigação da Relação Financeira do Casal

Os requerimentos visam investigar a relação financeira e patrimonial do casal. A advogada Viviane Barci de Moraes, sócia do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, recebeu R$ 80.223.654,94 do Banco Master, uma instituição ligada a , durante um período de 22 meses, que se estendeu até novembro de 2025.

Essa quantia corresponde aos serviços prestados à instituição.

Solicitação de RIFs e Rastreamento de Recursos

O deputado solicitou ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) a elaboração de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs). O pedido inclui a quebra dos sigilos bancário e fiscal para rastrear a origem e o destino dos recursos recebidos pela advogada.

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O objetivo é verificar se houve comunhão de recursos, trânsito de valores entre contas ou uso das quantias para a aquisição de bens em nome do magistrado.

Prorrogação dos Trabalhos da CPMI

O ministro Alexandre de Moraes recebeu, a partir de segunda-feira, dia 23 de março de 2026, o requerimento de prorrogação dos trabalhos da CPMI do INSS, para que o presidente do Senado, (União Brasil-AP), leias o documento. A previsão inicial era a leitura do relatório final para 28 de março de 2026.

O STF ainda deverá deliberar sobre a continuidade dos trabalhos do colegiado em sessão presencial.

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