Alexandre de Moraes assume relatoria de ADPF sobre direitos humanos no Rio

Ministro Moraes assume relatoria de ADPF sobre direitos humanos no Rio. Moraes analisa manifestação da PGR e CNDH sobre complexos do Alemão e Penha.

29/10/2025 15:32

2 min

Alexandre de Moraes assume relatoria de ADPF sobre direitos humanos no Rio
(Imagem de reprodução da internet).

Ministro Alexandre de Moraes Assume Relatoria de ADPF sobre Direitos Humanos no Rio

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), assumiu temporariamente a relatoria da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) conhecida como . A ação visa conter violações em operações policiais e coibir abusos contra os direitos humanos de moradores de comunidades no Rio de Janeiro.

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A decisão foi tomada em conformidade com o Regimento Interno do STF, que estabelece a redistribuição do caso para Moraes, assegurando a continuidade da análise de pendências no processo.

Regras de Relatoria no STF

De acordo com o artigo 18 do Regimento, o relator de um caso é substituído “pelo revisor, se houver, ou pelo ministro imediato em antiguidade, dentre os do Tribunal ou da Turma, conforme a competência, na vacância, nas licenças ou ausências em razão de missão oficial, de até 30 dias, quando se tratar de deliberação sobre medida urgente”.

Essa regra garante a continuidade do trabalho do relator em casos de ausência ou vacância.

Histórico da ADPF das Favelas

Iniciada em 2019, a ADPF das Favelas teve o ministro Edson Fachin como relator. Em setembro, o processo foi transferido ao ministro Luís Roberto Barroso, com a troca da Presidência da Corte. Após a aposentadoria antecipada de Barroso, o caso ficou sem relator.

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Nova Designação e Manifestação da PGR

Como a ação não poderia retornar a Fachin (por ele ocupar a Presidência do STF) a relatoria passou ao ministro seguinte na lista imediata em antiguidade: Alexandre de Moraes. Sob sua relatoria, Moraes deverá analisar a manifestação da PGR (Procuradoria Geral da República) e do CNDH (Conselho Nacional de Direitos Humanos) sobre a situação dos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, e a letalidade da ação, que resultou em mortes.

A decisão final sobre os questionamentos será tomada por Moraes, que decidirá se os questionamentos serão encaminhados ao governo do Rio de Janeiro.

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