Alesp se opõe à venda de álcool em estádios e adia projeto para 2026

Alesp não avançará com liberação de venda de álcool em estádios em 2025, causa alerta sobre violência em eventos esportivos. Debate continua na Assembleia.

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(Imagem de reprodução da internet).

Alvo de Debate: Proibição de Vendas de Álcool em Estádios

O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) declarou que não há intenção de avançar com a liberação da venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol no estado em 2025. O líder da Casa Legislativa ressaltou que a proposta pode representar um retrocesso, com potencial para aumentar a violência em eventos esportivos.

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A declaração ocorreu após uma reunião com uma coluna de jornal, onde o chefe da Assembleia enfatizou a necessidade de cautela nas discussões sobre o tema. A Casa Legislativa realizou recentemente um debate na Comissão de Assuntos Desportivos, com a presença de representantes da Polícia Civil, Militar e do Ministério Público.

O presidente da Alesp afirmou que a bancada evangélica da Assembleia e alguns parlamentares ligados à área de segurança pública se opõem à medida. Ele espera adiar o projeto até 2026, quando acredita que o cenário político e social poderá ser mais favorável.

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Ele também destacou que o ano legislativo está chegando ao fim e que outros projetos de interesse do governo, incluindo o orçamento do próximo ano, serão priorizados. A discussão sobre a liberação de bebidas alcoólicas ressurgiu após a elaboração de uma minuta, com a qual a coluna teve acesso.

O documento, elaborado por representantes das forças de segurança, do Poder Judiciário, do governo de São Paulo e de movimentos ligados aos clubes e torcedores, propõe a liberação de cervejas com até 14% de teor alcoólico em estádios com público acima de 20 mil pessoas, em pontos de venda fixos, e proíbe o consumo em garrafas de vidro ou latas.

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As regras seriam mais flexíveis para camarotes e áreas VIPs, mas não para arquibancadas. O deputado Danilo Campetti (Republicanos) tem expressado otimismo em relação a uma possível aprovação dentro de um prazo de 15 dias, após os trabalhos nas comissões.

Apesar do apoio do chefe do Executivo paulista, o governador, em conversas de bastidores, condiciona a aprovação à concordância com a minuta já elaborada. A situação ainda não possui consenso entre a base governista.

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