Alerta: Inadimplência Brasileira Dispara e Ameaça o Sistema Financeiro Nacional!
Alerta no Brasil: Inadimplência dispara e assusta setor financeiro! Aumento de 5,5% em empréstimos causa preocupação. Saiba mais!
Aumento da Inadimplência no Brasil Impulsiona Preocupações no Setor Financeiro
A inadimplência de consumidores e empresas em empréstimos bancários no Brasil atingiu um patamar elevado em janeiro, registrando 5,5%, conforme dados divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira (25). Este índice representa o nível mais alto desde agosto de 2017.
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Em dezembro, a taxa de inadimplência estava em 5,4%, indicando uma escalada preocupante no cenário financeiro nacional.
O aumento da inadimplência coincide com um período de juros persistentemente altos, resultado da manutenção da taxa Selic no nível mais elevado em quase duas décadas, após o Banco Central interromper um ciclo de aperto monetário em julho. Apesar dessa pausa, o BC sinalizou a possibilidade de cortes futuros, dependendo do avanço de sinais de resfriamento na economia.
Segundo o relatório de política monetária divulgado em dezembro, o Banco Central atribuiu a alta da inadimplência ao longo do ano passado principalmente a mudanças nas regras regulatórias do setor. Os dados também apontam para alguns sinais de estabilização, embora a situação ainda seja motivo de atenção.
Observa-se uma redução significativa nas concessões de empréstimos pelo sistema financeiro, com uma queda de 18,9% em janeiro em comparação com o mês anterior. O estoque total de crédito também diminuiu 0,2%, atingindo R$ 7,116 trilhões. As operações com recursos livres apresentaram uma queda ainda maior, de 17,2% em relação ao mês anterior, enquanto as operações com recursos direcionados registraram um recuo de 32,9%.
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Os juros cobrados no crédito livre subiram 1,2 ponto percentual, atingindo 47,8% ao ano em janeiro. Nos recursos direcionados, a alta foi de 0,2 ponto, elevando a taxa para 11,6%. O spread bancário, que representa a diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa final cobrada do cliente, aumentou para 34,3 pontos percentuais nos recursos livres, em comparação com 33,0 pontos no mês anterior.
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