Alerta de Zeina Latif: Guerra no Oriente Médio pode afundar governo em 2026

Alerta de Zeina Latif: Guerra no Oriente Médio pode afundar economia do Brasil!
Economista da Gibraltar Consulting prevê “tempestade perfeita” com a crise no Oriente Médio.
Impacto na aprovação do governo e cenário fiscal dos estados brasileiros

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(Imagem de reprodução da internet).

Economista Alerta para Impacto da Guerra no Médio na Economia Brasileira

A sócia-diretora da Gibraltar Consulting, Zeina Latif, em entrevista à CNN Brasil durante o WW, expressou preocupação com a possível influência da guerra no Oriente Médio na economia brasileira. Latif analisou a proposta de subvenção na importação de diesel, lançada pelo Ministério da Fazenda, e a conectou ao cenário geopolítico atual, destacando a necessidade de atenção à situação.

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Segundo a economista, a magnitude do conflito pode gerar uma “tempestade perfeita”, com consequências diretas para a economia brasileira e, consequentemente, para a avaliação do governo. Latif enfatizou que notícias negativas tendem a ter um impacto maior na aprovação do governo do que notícias positivas, ressaltando essa assimetria.

Latif fez paralelos com o período pós-pandemia, quando a guerra entre Rússia e Ucrânia já exercia pressão sobre a economia. Ela argumentou que a inflação, exacerbada nesse contexto, prejudicou a competitividade do governo Bolsonaro, especialmente devido ao aumento dos preços de alimentos e à percepção negativa do eleitorado.

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Apesar de a inflação global estar mais controlada do que no período pós-pandêmico, Latif observou que a taxa de aprovação do governo já é negativa, com mais pessoas desaprovando do que aprovando. Essa situação justificaria a preocupação antecipada com possíveis choques econômicos.

A economista também comentou sobre a situação fiscal dos estados brasileiros, que poderiam ser afetados pela medida. Ela explicou que, embora a arrecadação de ICMS continue crescendo em termos reais, há uma desaceleração devido à atividade econômica.

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A desaceleração dificulta a aceitação de cortes de receitas ou transferências para a subvenção proposta pelo governo federal, evidenciando um cenário fiscal delicado para os estados.

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