Alerta da OMS: Gripe pode atacar mais cedo em 2026 – Prepare-se agora!

Alerta da OMS: Gripe pode começar mais cedo em 2026! ⚠️ Circulação do vírus H3N2 preocupa e exige atenção redobrada. Vacinação contra a gripe começa!

29/03/2026 12:29

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

A campanha nacional de vacinação contra a gripe teve início no sábado, 28, com foco inicial em idosos, crianças e gestantes. A Organização Pan-Americana da Saúde emitiu um alerta, prevendo que a temporada de influenza nas Américas pode começar mais cedo e ter um impacto maior em 2026.

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Alerta da Organização Pan-Americana da Saúde

O principal motivo para o alerta é a antecipação da circulação do vírus influenza A (H3N2) no Hemisfério Norte. A expectativa é que essa circulação se espalhe rapidamente, influenciando o início e a intensidade da temporada de gripe nas Américas.

Opções de Vacinação Disponíveis

Para aqueles que não fazem parte do público prioritário, a vacinação está disponível através da rede privada. Nesses locais, a vacina tetravalente é oferecida, protegendo contra quatro diferentes cepas do vírus influenza. Já o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza a versão trivalente, que cobre três cepas.

Ambas as opções são consideradas eficazes e recomendadas.

Preços e Serviços na Rede Privada

Segundo a Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC), o preço da vacina tetravalente varia entre R$ 90 e R$ 180, dependendo da clínica e da região. Esse valor pode ser alterado com a inclusão de serviços adicionais, como atendimento diferenciado e emissão de certificados.

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Em farmácias, o custo tende a ser mais acessível, com preços entre R$ 70 e R$ 80, conforme uma pesquisa preliminar.

Eficácia e Monitoramento

Um estudo da Fiocruz, analisando mais de 106 mil amostras coletadas entre agosto de 2024 e agosto de 2025, confirmou a eficácia das vacinas contra as principais cepas em circulação no país. A pesquisa considerou casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

A virologista Paola Resende ressalta que a circulação do vírus influenza não segue um padrão fixo, dependendo de fatores como o clima e a mobilidade da população.

“A circulação do vírus influenza não segue um padrão fixo. Depois que ele entra no país, a disseminação depende de fatores como fluxo de pessoas, clima e características regionais, o que pode gerar picos em momentos diferentes ao longo do ano”, explica Resende. “O influenza tem potencial epidêmico e pandêmico.

Por isso, é fundamental manter um monitoramento sensível e constante, capaz de identificar rapidamente tanto mutações associadas à resistência a antivirais quanto eventos de origem zoonótica, antes que eles se espalhem”.

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