Alemanha Retrata Mudança: Não Boicote à Copa do Mundo de 2026!

Alemanha muda de ideia: não boicotará Copa do Mundo de 2026! ⚽️ Governo alemão decide contra boicote à competição nos EUA, Canadá e México. Saiba mais!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Alemanha Decide Contra Boicote à Copa do Mundo de 2026

O governo alemão oficializou nesta quarta-feira (4 de fevereiro de 2026) a decisão de não boicotar a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. A mudança de postura surge em resposta às tensões políticas entre a Europa e os Estados Unidos, especialmente relacionadas às políticas do governo de Donald Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em declarações à imprensa, o porta-voz do governo alemão, Steffen Meyer, enfatizou a importância de separar questões políticas do esporte. “Os conflitos políticos devem ser travados no campo político e o esporte deve permanecer esporte”, afirmou.

A decisão representa um afastamento de uma possibilidade levantada anteriormente pela ministra dos Esportes alemã, Christiane Schenderlein.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A pressão por um boicote à Copa do Mundo havia crescido devido a desentendimentos sobre a intenção de Trump de anexar a Groenlândia e a imposição de tarifas comerciais. Além disso, as políticas de imigração dos Estados Unidos e o ocorrido em Minneapolis, com a morte de manifestantes durante confrontos com agentes da imigração, também contribuíram para o debate.

A sugestão de não participar no torneio ganhou força com o tempo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

O ex-presidente da FIFA, Joseph Blatter, e um advogado anticorrupção suíço haviam feito apelos para que as pessoas “evitassem os Estados Unidos”. Diversos eurodeputados de esquerda também enviaram uma carta à Uefa, solicitando a análise de possíveis sanções, incluindo um boicote, em resposta às “medidas políticas” e à “retórica” do governo americano.

O atual presidente da Fifa, Gianni Infantino, expressou preocupação com o impacto de tais ações, argumentando que elas “simplesmente contribuem para mais ódio”.

Sair da versão mobile