Alemanha e Argentina protagonizam rivalidade histórica nas Copas do Mundo. Götze decide, Messi é superado e Alemanha busca reestruturação
O histórico entre Alemanha e Argentina nas Copas do Mundo é marcado por confrontos frequentes, com destaque para a repetição de jogos específicos. A rivalidade se manifestou em diversas fases, incluindo fases de grupos e decisões.
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Alguns dos jogos mais notáveis incluem a vitória da Alemanha por 3 a 1 sobre a Argentina na fase de grupos de 1958, um empate sem gols na fase de grupos de 1966, uma vitória por 1 a 0 na final de 1990 e um empate de 1 a 1 nas quartas de final de 2006, seguido por uma vitória por 4 a 0 da Alemanha nas quartas de final de 2010 e uma derrota por 1 a 0 na final de 2014.
A final de 2014, disputada no Maracanã, foi um momento crucial. O gol solitário de Mário Götze, na prorrogação, garantiu o último título para a Alemanha, após a vitória por 7 a 1 sobre o Brasil na semifinal, também no Mineirão.
Após a partida, o técnico alemão, Joachim Löw, elogiou o desempenho de Götze, afirmando que o jovem jogador era “melhor do que Messi”. O técnico também descreveu Götze como um “menino prodígio” com “capacidades imensas” e “habilidade excepcional”, capaz de decidir jogos.
O próprio Götze expressou uma sensação indescritível ao marcar o gol que selou o título, descrevendo a experiência como um “sonho que virou realidade”.
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Apesar do sucesso em 2014, a seleção alemã não avançou além da primeira fase nas Copas de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar).
Na Copa do Mundo de 2026, a Alemanha está no Grupo E, que inclui Curaçao, Costa do Marfim e Equador.
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