Alcolumbre busca oposição contra indicação ao STF; Lula reafirma apoio a Messias. Senador do PT articula estratégia para “beija-mão” do candidato.
O presidente do Congresso Nacional, (União-AP), demonstra grande irritação com a indicação de para o Supremo Tribunal Federal. A informação foi confirmada por fontes do parlamento brasileiro, que relataram que Alcolumbre teria realizado contato com membros da oposição, buscando apoio contra a aprovação do nome.
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O líder do governo no Senado já manifestou sua intenção de votar contra a indicação.
Alcolumbre, até então, não emitiu declarações oficiais sobre a indicação. Contudo, anunciou a votação de um projeto de lei que visa criar a aposentadoria especial para profissionais da Saúde e de Defesa Civil, em um momento em que o governo busca ajustar as contas públicas e cumprir a meta fiscal.
O candidato favorito do presidente é (PSD-MG).
O senador mineiro teve um encontro com o presidente Lula na última segunda-feira (18), quando Lula comunicou sua decisão e reiterou o interesse em tê-lo como aliado na disputa ao governo em 2024. Durante a conversa, Alcolumbre apresentou um “mapa de votação”, buscando convencer Lula a reconsiderar a indicação, destacando a dificuldade de aprovar o nome de Messias.
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Lula, no entanto, decidiu seguir com a indicação.
(PT-BA), líder do governo no Senado, está montando uma estratégia para o “beija-mão” de Messias. Essa expressão se refere à busca por apoio dos senadores. O senador Wagner conta com o apoio da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), também evangélica, que vê em Messias um perfil adequado para o cargo, com reputação e conhecimento jurídico, além de disposição para o diálogo.
Esta é a terceira indicação de Lula para o Supremo Tribunal Federal em seu terceiro mandato. Em 2023, a indicação do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, para substituir Rosa Weber, enfrentou dificuldades, sendo aprovado por 47 votos, apenas 6 a mais do necessário.
Recentemente, a aprovação da recondução ao cargo do Procurador-Geral da República, com apenas 45 votos, demonstra a complexidade do processo de aprovação no Senado.
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