Davi Alcolumbre ignora escândalo Master! Deputado do PL-MG acusa presidente do Senado e cobra impeachment de Toffoli. Saiba mais!
O deputado federal do PL-MG expressou sua indignação na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, direcionando críticas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil-AP. O congressista defendeu a abertura de um processo de impeachment contra o ministro do STF, Dias Toffoli, em decorrência do caso Master.
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A manifestação foi feita publicamente no X, onde o deputado escreveu: “É inacreditável que todos estejam vendo os escândalos do Master, menos o presidente do Senado, @davialcolumbre”.
Em seguida, o deputado reforçou sua posição, afirmando: “Já passou da hora de abrir o impeachment do Toffoli. Acorda, Senado!”. A declaração reflete a crescente pressão da oposição para que o Supremo Tribunal Federal e o Senado investigassem mais a fundo o caso.
O caso Master envolve suspeitas de crimes financeiros envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e operações bilionárias consideradas atípicas. O inquérito apura irregularidades e possíveis vínculos entre figuras do setor bancário e investigados. A complexidade do caso tem gerado debates sobre a atuação do STF e do Senado.
O pedido de impeachment contra Toffoli foi protocolado por parlamentares do PL-ES, Republicanos-DF e Novo-CE. O documento argumenta que as ações do ministro extrapolam sua função jurisdicional, especialmente devido à reavaliação de decisões anteriores e à autorização de novas diligências pela Polícia Federal e pela Procuradoria Geral da República.
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O STF justifica as medidas com base em indícios de novos delitos. No entanto, a oposição argumenta que as decisões sucessivas no mesmo inquérito levantam questionamentos sobre a imparcialidade e os critérios adotados pelo relator. A situação permanece em debate, com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tendo a palavra final sobre o andamento do processo.
O caso também motivou manifestações organizadas pelo MBL. Em 5 de fevereiro, o grupo realizou um ato em frente à sede da instituição em São Paulo, direcionado contra Daniel Vorcaro e contra Toffoli. O objetivo era pressionar por punições aos envolvidos, refletindo a crescente insatisfação pública com a demora na resolução do caso.
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