Alckmin Enxerga Oportunidades: Tarifas Americanas Podem Impulsionar Exportações Brasileiras!

Alckmin vê oportunidades: Tarifas americanas de 15% impulsionam exportações brasileiras!
Brasil ganha com nova alíquota e Alckmin destaca potencial na Fiesp

24/02/2026 3:45

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(Imagem de reprodução da internet).

Tarifas Americanas Entram em Vigor com Alíquota de 15%

A partir desta terça-feira (24), as tarifas globais dos Estados Unidos passam a vigorar, estabelecendo uma alíquota de 15% para diversas importações. A medida, que concede ao presidente o poder de impor tarifas de até 15% por até 150 dias, visa corrigir desequilíbrios na balança de pagamentos e enfrentar restrições comerciais.

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A decisão surge após a Suprema Corte dos EUA ter determinado que o então presidente Donald Trump havia violado a lei federal ao implementar as taxas de importação de forma unilateral.

Impacto nas Exportações Brasileiras

Segundo dados da plataforma Global Trade Alert, a nova regra deve resultar em uma redução de 13,6 pontos na alíquota média aplicada às exportações brasileiras que chegam ao mercado norte-americano. Antes da decisão da Suprema Corte, o Brasil enfrentava tarifas médias de aproximadamente 26,3%, que agora são reduzidas para 12,8% com a nova alíquota global.

Produtos Alvo das Tarifas

Os produtos mais afetados pela medida incluem os principais – como carne bovina, laranjas e suco de laranja. A expectativa é que a redução das tarifas possa impulsionar as exportações desses produtos para os Estados Unidos.

Alckmin Enxerga Oportunidades

O presidente em exercício Geraldo Alckmin (PSB) ressaltou que o Brasil tem potencial para se beneficiar da nova configuração tarifária americana. Em evento na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) nesta segunda-feira (23), Alckmin afirmou que o Brasil deve ser o país mais favorecido pela medida. “Essa decisão não tem problema.

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Abre uma avenida em termos de ter um melhor comércio com os Estados Unidos”, declarou.

Alckmin destacou que, embora os Estados Unidos sejam o terceiro maior parceiro comercial do Brasil em volume total, são o “primeiríssimo” em produtos industriais, em manufatura. “A China compra muita commodity, mas quem compra máquina, avião e motor são os Estados Unidos”, explicou.

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