Em postagens recentes em suas redes sociais, o ex-deputado (PL-SP) expressou críticas à visita do vice-presidente (PSB) ao Irã, ocorrida em 2024, para a posse do presidente Masoud Pazeshkian. O político destacou o posicionamento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), em meio aos crescentes protestos no país.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ele mencionou declarações de Trump que incentivavam manifestantes a lutarem por mudanças.
Reações e Alegações
O ex-deputado afirmou estar em Mar-a-Lago, nos EUA, participando de um evento religioso quando tomou conhecimento da mensagem de Trump. Segundo ele, Trump estaria influenciando eventos históricos ao apoiar os protestos contra o regime iraniano. Ele ressaltou a longa duração do regime iraniano, marcado por ações como assassinatos de opositores e a supressão da liberdade de expressão.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perspectivas de Mudança
O político acredita que as declarações de Trump indicam uma possível retomada de “ventos de liberdade” no mundo, que também poderiam impactar o Brasil. Ele expressou a esperança de que a situação no Irã evoluasse para uma mudança política.
Contexto dos Protestos e da Visita de Alckmin
A visita do vice-presidente Alckmin ao Irã ocorreu em julho de 2024, durante a posse de Masoud Pazeshkian. A transmissão oficial do evento mostrou a distância entre Alckmin e Ismail Haniyeh, líder do Hamas, sem registros de interação direta. Os protestos no Irã iniciaram-se em 28 de dezembro de 2025, motivados pela crise econômica, que inclui alta inflação (42,2% em dezembro de 2025) e preços elevados de bens essenciais.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
Reações do Governo Iraniano e Situação Atual
Os manifestantes exigem reformas políticas e no sistema judiciário, além de mais liberdade. O governo iraniano respondeu às manifestações com o uso de força, incluindo armas de fogo e gás lacrimogêneo, conforme informações da (Human Rights Activists News Agency).
O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, classificou os manifestantes como “sabotadores”. Khamenei, no poder desde 1989, governa uma teocracia xiita com poder centralizado no líder supremo.
Restrições e Oposição no Irã
O regime iraniano impõe restrições severas às mulheres, como o uso obrigatório de hijab a partir dos 9 anos e a necessidade de autorização marital para viagens internacionais. A oposição é fragmentada, composta por monarquistas exilados, a MEK (Organização dos Mujahideen do Povo), minorias étnicas e movimentos de protesto reprimidos, sem uma liderança unificada.
