Agropecuniário cobra solução urgente para leilão de Santos! 🚀 Entenda como o gargalo no STS-10 ameaça o agronegócio e causa prejuízos bilionários. Saiba mais!
Associações do agronegócio e da logística brasileira estão pressionando por uma resolução imediata e completa do leilão do Terminal de Contêineres Santos 10 (STS-10), localizado no Porto de Santos. O setor, representado por entidades como o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, a Associação de Exportadores de Açúcar e Álcool, a União Nacional do Etanol de Milho e a organização que une mais de 30 empresas do setor, considera fundamental a abertura do leilão para garantir a continuidade dos investimentos e evitar o agravamento da crise logística.
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O setor cafeeiro, em particular, tem sofrido com os gargalos logísticos. Em 2025, o setor acumulou perdas de R$ 66,1 milhões, com 55% dos navios enfrentando atrasos e uma média de 1.824 contêineres não embarcados mensalmente. Essas dificuldades resultaram em perdas de US$ 2,64 bilhões em receitas cambiais não realizadas.
A situação é crítica, com projeções de que o Porto de Santos poderá entrar em colapso a partir de 2030 se a expansão proporcionada pelo STS-10 não for concretizada.
As entidades defendem um leilão aberto, isonômico e transparente, que permita a participação de todos os interessados no Porto de Santos, independentemente de sua atuação prévia. Acreditam que qualquer modelo restritivo compromete investimentos, agrava a crise logística e aumenta o risco de litígios, dada a importância do Porto de Santos para o Brasil.
O ministro de Portos e Aeroportos, juntamente com o presidente e o ministro da Casa Civil, estão reavaliando a proposta do leilão. Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que a modelagem do leilão, que inicialmente restringia a participação de empresas já atuantes no Porto de Santos, se baseava em cenários hipotéticos e sem evidências robustas.
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A resolução do impasse no leilão do STS-10 é vista como crucial para o agronegócio, que considera a livre concorrência essencial para modernizar a infraestrutura portuária e garantir a competitividade do Brasil no comércio internacional. A expectativa é que o governo adote uma postura que favoreça a abertura e a participação de todos os interessados no projeto.
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