Agricultores poloneses protestam em Varsóvia contra acordo UE-Mercosul | Polônia e Mercosul em choque!

Agricultores poloneses protestam em Varsóvia contra acordo UE-Mercosul. Presidente Karol Nawrocki e PM Donald Tusk se manifestam contra o tratado. Reuniões e apoio jurídico são propostos

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(Imagem de reprodução da internet).

Agricultores poloneses realizaram passeatas em Varsóvia nesta sexta-feira (9), demonstrando sua oposição ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. O movimento conta com o apoio do presidente Karol Nawrocki e do governo do primeiro-ministro Donald Tusk, que se manifestaram contra o tratado.

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A situação gerou confrontos com a polícia, devido à proibição de tratores no centro da cidade.

Reações Governamentais e Legais

Vários integrantes do governo polonês reiteraram sua posição contrária à assinatura do tratado. O ministro da Agricultura, Stefan Krajewski, declarou que o governo está com os agricultores. A presidência, por meio do porta-voz Mateusz Kotecki, anunciou que o Palácio Presidencial dará apoio jurídico aos agricultores, visando proteger os produtores poloneses de possíveis ‘provocações’.

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Propostas e Ações Legais

O presidente Karol Nawrocki propôs uma lei para “manter a função produtiva do campo”. Além disso, ele planeja realizar reuniões mensais com grupos de agricultores e produtores agrícolas. O presidente também pretende recorrer ao Tribunal Constitucional para tentar impedir a aplicação do acordo com o Mercosul na Polônia.

Rejeição e Mobilização na Europa

A Polônia se junta a outros países, como França, Irlanda, Hungria e Áustria, na rejeição ao acordo UE-Mercosul. A situação se alinha com mobilizações em outros países europeus, como na França, onde produtores rurais realizaram bloqueios em estradas.

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Essas ações visam pressionar governos europeus contra o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

Principais Demandas dos Produtores

Os organizadores das ações de protesto argumentam que o acordo comercial expõe o setor agrícola alemão a uma concorrência desigual. Eles defendem menos carga tributária, maior proteção do mercado doméstico e estímulo ao abastecimento regional.

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