Agência Flap cota influenciadores para defender Banco de Brasília em caso

Agência Flap cota influenciadores para defender Banco de Brasília; influenciadores recusam convite. Investigações sobre Banco Master e Banco Central.

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(Imagem de reprodução da internet).

Em 29 de janeiro de 2026, a agência Flap, especializada em ações de marketing, informou ao Poder360 que havia realizado uma cotação com cerca de 15 influenciadores do setor financeiro. O objetivo era avaliar a possibilidade de que defendessem publicamente a atuação do Banco de Brasília em relação a um caso específico.

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A proposta envolvia um almoço nos dias 10 ou 24 de fevereiro, a convite do presidente do BRB. A participação dos influenciadores seria remunerada.

Detalhes da Abordagem

A agência Flap detalhou que a iniciativa era uma etapa inicial de planejamento, comum no setor de eventos. A cotação visava determinar a viabilidade de um projeto que seria apresentado ao Banco de Brasília, sem qualquer compromisso prévio com a instituição financeira.

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A Flap ressaltou que a seleção dos influenciadores foi baseada no perfil adequado para o evento, e que a presença remunerada era uma prática padrão no setor de eventos.

Reações dos Influenciadores

Vários influenciadores do mercado financeiro, incluindo a fundadora do canal Me Poupe!, a sócia do escritório Faz Capital, o cofundador da Nord Investimentos e o conhecido “Favelado Investidor”, declararam ter recusado o convite.

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Afirmações da Agência Flap

A Flap negou ter recebido orçamentos dos influenciadores e afirmou não ter intenção de compra de opinião. A agência enfatizou que a iniciativa não tinha relação com o caso envolvendo o Banco Master e o Banco Central.

Investigações sobre o Banco Master

A Polícia Federal investiga um esquema de fraudes bilionárias contra o sistema financeiro, orquestrado pelos sócios do Banco Master e fundos de investimento. O caso está sob a relatoria do ministro Dias Toffoli, do STF.

A liquidação extrajudicial do Banco Master e do Will Bank representou um marco nas investigações. Segundo as autoridades, o esquema consistia na venda de títulos de renda fixa de alto rendimento, que financiavam fundos de investimento.

O Ministério Público Federal aponta que o negócio se baseava em circular ativos sem riquezas, forjando artificialmente os resultados financeiros.

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