Advogado Criminalista Barry Pollack Amplia Atuação na Justiça Americana
O advogado criminalista Barry Pollack, com extensa experiência na defesa, iniciou sua atuação em tribunais norte-americanos. A informação foi divulgada através de uma notificação formal de comparecimento apresentada ao tribunal nesta segunda-feira, 5, e confirmada pelo jornal The Wall Street Journal.
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Pollack construiu uma sólida reputação ao longo de quase três décadas, caracterizada por assumir casos considerados de alto risco ou complexidade jurídica, frequentemente rotulados como “indefendíveis”.
Liderança em Caso de Relevância Internacional
Um marco notável em sua carreira foi a liderança das negociações que culminaram na libertação de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, após aproximadamente 15 anos de disputas judiciais. As acusações envolviam alegações de espionagem e a divulgação de documentos confidenciais do governo dos Estados Unidos.
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O caso internacionalizou o nome de Pollack.
Assange e a Liberação de Documentos
Assange passou um período de cinco anos sob custódia no Reino Unido, declarando posteriormente culpa por obter e divulgar segredos militares. Isso incluiu o acesso a centenas de milhares de relatórios de guerra e telegramas diplomáticos que expuseram abusos cometidos durante operações militares no Iraque e no Afeganistão.
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Novos Casos de Alto Impacto
Barry Pollack, sócio do escritório Harris St. Laurent & Wechsler LLP, concentra sua atuação em crimes financeiros complexos, corrupção pública, questões de segurança nacional e processos com grande repercussão política. Sua experiência abrange a representação de executivos de grandes empresas e autoridades governamentais em investigações de grande visibilidade.
Defesa em Casos Complexos
Atualmente, Pollack está envolvido na defesa de Nicolás Maduro e Cilia Flores. Mark Donnelly, ex-promotor federal com base em Houston, atuará como advogado de Cilia Flores. Donnelly possui experiência como investigador da Câmara dos Representantes do Texas, tendo participado do processo de impeachment do procurador-geral do estado, Ken Paxton.
