Advogada encerra defesa de Jairinho em caso de Henry Borel

Advogada encerra defesa de Jairinho no caso Henry Borel, após divergências estratégicas e condenação por homicídio qualificado

25/06/2026 11:44

2 min

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Advogada Encerra Defesa em Caso Henry Borel

A advogada Florence Rosa encerrou, nesta quinta-feira (11.jun.2026), sua atuação na defesa de Jairinho, no caso envolvendo a morte de Henry Borel. A decisão se deve a divergências sobre a estratégia jurídica na fase recursal.

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Rosa divulgou a decisão em publicação feita em seu perfil no Instagram. A profissional atuou durante os 11 dias de julgamento no plenário do 2º Tribunal do Júri. A contratação inicial previa sua participação apenas no júri.

Monique Medeiros, outra acusada, recebeu, na quinta-feira (4.jun), da juíza Elizabeth Louro, do 2º Tribunal do Júri, as acusações relacionadas à morte do menino, ocorrida em 8 de março de 2021.

Detalhes do Caso

Segundo o inquérito, Monique e Jairinho encontraram Henry, com 4 anos, caído no chão do quarto, com pés e mãos gelados e olhos revirados. O menino foi levado ao Hospital Barra D’Or, na zona oeste do Rio de Janeiro, onde as médicas confirmaram que ele estava morto.

O laudo de necropsia apontou lesões compatíveis com espancamento, hemorragia interna e laceração hepática, provocadas por ação contundente. Na denúncia, foi alegado que Jairinho agredia Henry com frequência, “impondo-lhe intenso sofrimento físico e mental, enquanto Monique se omitia ao não exercer seu dever de proteção e vigilância”.

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Condenações e Perdões

Jairinho foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão, por homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo. Monique Medeiros recebeu perdão judicial por homicídio culposo. Os jurados reconheceram a omissão na tortura contra Henry.

A pena de Monique foi de 1 ano e 4 meses de detenção, extinta com a concessão do perdão judicial. Leniel Borel, pai do menino, entrou com recurso que concedeu perdão judicial à mãe da criança. A defesa argumenta que “os jurados já haviam reconhecido a materialidade e a autoria atribuídas a Monique, bem como rejeitado a tese absolutória apresentada pela defesa”.

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