Advogada e Influenciadora Agostina Paez Pode Ser Prisada no Rio de Janeiro
A Justiça do Rio de Janeiro determinou a prisão preventiva da advogada e influenciadora digital Agostina Paez. A decisão segue o pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro, que a acusa de ter proferido injúrias raciais e realizado gestos discriminatórios contra quatro funcionários de um bar localizado na Zona Sul da cidade.
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A 1ª Promotoria da Justiça de Investigação Penal Territorial da Zona Sul e Barra da Tijuca já havia retido o passaporte de Agostina e determinado o uso de uma tornozeleira eletrônica para monitorar seus movimentos. Segundo o MPRJ, a argentina, que estava no local acompanhada de amigas, teria ofendido um dos funcionários ao criticar os valores da conta do bar, utilizando a expressão “negro” com o objetivo de discriminar e inferiorizar o indivíduo por sua raça e cor.
A situação se agravou quando Agostina passou a chamar a vítima de “mono” (macaco em espanhol) e a imitar o animal, mesmo após ter sido alertada sobre a ilegalidade do ato no Brasil. A promotoria relata que ela continuou a realizar esses gestos do lado de fora do bar, afetando ainda três outros funcionários.
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A Promotoria destacou que as denúncias das vítimas foram confirmadas por testemunhas e por imagens captadas pelo sistema de segurança do bar, além de filmagens feitas no momento dos fatos.
O vídeo da advogada fazendo os gestos racistas viralizou rapidamente nas redes sociais, gerando grande repercussão. A defesa de Agostina Paez argumenta que os gestos eram apenas uma brincadeira entre ela e uma amiga, e que a tentativa da amiga de interromper a situação demonstra a consciência da acompanhante sobre a reprovabilidade da conduta.
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No entanto, a promotoria não aceita essa versão.
Atualmente, não há informações oficiais sobre se Agostina Paez já foi presa. A Jovem Pan busca contato com a advogada para obter mais detalhes sobre o caso.
