Advogada de Maxwell oferece delação chocante: Trump e Clinton podem ser inocentados?

Ghislaine Maxwell: Proposta chocante que pode inocentar Trump! 🚨 Advogada Markus entrega proposta à Comissão de Supervisão. Trump e Clinton sob nova suspeita? 🤯

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(Imagem de reprodução da internet).

Em uma movimentação surpreendente, a advogada de Ghislaine Maxwell, David Markus, apresentou uma proposta de declaração à Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, nesta segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026. A proposta envolve a possibilidade de sua cliente fornecer informações que, segundo Markus, podem inocentar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de qualquer ligação com o caso Epstein.

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A declaração foi feita durante um depoimento virtual.

Contexto da Condenação de Maxwell

Ghislaine Maxwell já foi condenada a 20 anos de prisão por conspirar em crimes de exploração sexual de menores, relacionados ao caso envolvendo Jeffrey Epstein. A advogada alega que sua cliente possui informações cruciais que podem alterar a narrativa do caso.

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Argumentos de Markus e Implicações para Trump e Clinton

Markus argumentou que Maxwell está disposta a falar “total e honestamente” se receber perdão presidencial para Trump. Ele enfatizou que apenas ela pode fornecer a versão completa dos fatos, citando inconsistências no processo judicial e promessas quebradas de imunidade.

A declaração também envolve indiretamente o ex-presidente Bill Clinton, que também é mencionado nos documentos do Departamento de Justiça relacionados ao caso Epstein. Ambos os ex-presidentes continuam negando qualquer participação nos crimes.

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Recusa em Testemunhar e Implicações Legais

Maxwell optou por invocar a 5ª Emenda, recusando-se a testemunhar diretamente perante a Comissão. Essa decisão, segundo Markus, se baseia em um pedido de habeas corpus pendente, que demonstra que a condenação de Maxwell é injusta. Ele alega que o processo judicial foi marcado por mentiras e quebra de promessas de imunidade.

Reação da Comissão e Próximos Passos

O presidente da Comissão de Supervisão, James Comer, expressou insatisfação com a recusa de Maxwell em testemunhar, classificando a decisão como “muito desapontadora”. Comer ressaltou que os legisladores tinham “muitas perguntas sobre os crimes que ela e Epstein cometeram, bem como sobre potenciais conspirações”.

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