Advogada argentina, Agostina Paez, é libertada da prisão após polêmica racial no Rio!

Advogada argentina, Agostina Paez, é libertada da prisão no Rio de Janeiro! Justiça revoga preventiva após acusações de ofensas racistas. Saiba mais!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Advogada Argentina é Liberada da Prisão Preventiva no Rio de Janeiro

No final da tarde da sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, a Justiça do Rio de Janeiro determinou a revogação da prisão preventiva da advogada e influenciadora argentina, Agostina Paez. A decisão veio após as acusações de ofensas racistas contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, ocorrido em 14 de janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Paez foi libertada no início da noite, com a ordem expedida pela 37ª Vara Criminal da capital. A influenciadora foi encontrada em um apartamento alugado na Vargem Pequena. A assessoria do Tribunal de Justiça informou que a revogação foi determinada pelo juízo de primeira instância, devido à falta de elementos suficientes para justificar a manutenção da prisão.

O incidente de 14 de janeiro envolveu a vítima, que compareceu à delegacia para relatar os xingamentos racistas durante uma discussão sobre o pagamento da conta do bar. Segundo informações, a turista apontou o dedo para o funcionário, utilizando a palavra “mono”, que significa “macaco” em espanhol, e imitando gestos e sons do animal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As condutas foram capturadas em vídeo pela própria vítima, e posteriormente confirmadas após análise das imagens de câmeras de segurança do estabelecimento. Durante a investigação, conduzida pela Polícia Civil, foram ouvidas testemunhas e reunidos elementos probatórios que permitiram esclarecer a dinâmica dos fatos.

Antes de decretar a prisão preventiva, a Justiça do Rio, a pedido do Ministério Público, havia proibido Paez de deixar o país e determinado o uso de tornozeleira eletrônica. Em uma publicação no Instagram na quinta-feira, 5 de fevereiro, a influenciadora expressou seu desespero, afirmando estar “morto de medo” após receber a notificação da prisão preventiva, apesar de estar utilizando a tornozeleira eletrônica e à disposição da polícia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

A defesa de Paez alegou que os gestos foram meras brincadeiras dirigidas às amigas. A situação continua sob investigação, com a Polícia Civil buscando mais evidências para complementar o caso.

Sair da versão mobile