Advocacia-Geral avalia verbas de Mario Frias; o que diz Flávio Dino sobre emendas?

Advocacia-Geral avalia verbas de Mario Frias para Instituto Conhecer Brasil. O que foi apurado sobre as emendas e o STF? Clique e saiba mais!

08/04/2026 20:22

2 min

Advocacia-Geral avalia verbas de Mario Frias; o que diz Flávio Dino sobre emendas?
(Imagem de reprodução da internet).

Advocacia-Geral da Câmara avalia repasse de verbas de Mario Frias

A Advocacia-Geral da Câmara dos Deputados comunicou ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que não foram encontrados indícios de irregularidade no repasse de verbas do deputado federal Mario Frias (PL-SP) ao Instituto Conhecer Brasil.

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Essa manifestação ocorreu após a apuração realizada pela Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) sobre duas emendas propostas pelo parlamentar. Segundo o órgão jurídico, os procedimentos de repasse seguiram rigorosamente a legislação vigente e os parâmetros constitucionais.

Conclusões da Consultoria e Próximos Passos

A Conof verificou, ainda, a compatibilidade entre os objetivos das emendas e os meios previstos para sua execução. Contudo, a Advocacia-Geral ressaltou que a etapa de prestação de contas pelo instituto ainda está em andamento.

Dessa forma, cabe à própria organização apresentar a demonstração completa de como os recursos foram aplicados, segundo o parecer emitido.

Contexto da Investigação no STF

O episódio teve origem em uma determinação do ministro Flávio Dino, em 21 de março. Ele solicitou que a Câmara dos Deputados, por meio de sua Advocacia-Geral, se manifestasse sobre alegações feitas pela deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) perante a Corte.

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Tabata Amaral alegou a possível ocorrência de irregularidades na destinação de emendas parlamentares, envolvendo nomes como Mario Frias, Bia Kicis (PL-DF), Marcos Pollon (PL-MS), e ex-congressistas Alexandre Ramagem e Carla Zambelli.

Acusações de Grupo Econômico

A deputada apontou que associações civis e empresas privadas, com diferentes CNPJs, poderiam compartilhar a mesma gestão, configurando um grupo econômico que teria captado recursos via emendas.

Em sua petição, Tabata Amaral detalhou que os parlamentares responsáveis pelos repasses seriam clientes de serviços de “marketing eleitoral” prestados por empresas desse conglomerado. Além disso, ela relatou ao STF sinais de que investimentos destinados a “fins sociais e culturais” estariam custeando indiretamente uma entidade ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Análise Jurídica e Responsabilidades

A análise da Advocacia-Geral focou na conformidade legal dos repasses. A conclusão da Conof sobre o cumprimento da lei e a compatibilidade dos objetos das emendas representam um ponto importante no processo.

A pendência da prestação de contas pelo Instituto Conhecer Brasil mantém o foco da investigação na comprovação final da aplicação dos valores recebidos.

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