A defesa do adolescente apontado como responsável pelas agressões ao cão comunitário Orelha divulgou um vídeo na quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, com o objetivo de questionar a cronologia dos fatos. O advogado Alexandre Kale afirmou que o vídeo demonstra a “fragilidade dos indícios”, apresentando imagens do cachorro andando pelas ruas do bairro por volta das 7h do dia 4 de janeiro.
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A Polícia Civil de Santa Catarina havia indicado que a agressão ocorreu nesse dia.
Pedido de Internação
Na terça-feira, 3 de fevereiro, a Polícia Civil de Santa Catarina solicitou a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos no crime. A medida foi tomada devido à gravidade das evidências coletadas.
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Investigação Detalhada
A investigação policial envolveu uma análise minuciosa de mais de 1.000 horas de filmagens captadas por 14 câmeras de segurança, além do depoimento de 24 testemunhas. As imagens foram cruciais para determinar o que aconteceu naquele dia.
Uso de Tecnologia
A polícia utilizou softwares sofisticados, um francês e outro israelense, para auxiliar na investigação. O software francês permitiu rastrear a localização do celular do menor no momento da agressão, enquanto o software israelense foi usado para recuperar dados apagados de celulares.
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Essas ferramentas foram fundamentais para confirmar o paradeiro do adolescente.
Evidências Contraditórias
As evidências apresentadas pela polícia e as declarações do adolescente apresentavam contradições. Inicialmente, o jovem negou ter deixado sua casa na madrugada do dia 4 de janeiro, mas as imagens de segurança e o relato de testemunhas confirmavam o contrário.
Ele foi visto saindo do condomínio às 5h25, indo até a Praia Brava, e retornando às 5h58, acompanhado de uma jovem.
Conclusão da Investigação
Com base em todas as provas coletadas, a Polícia Civil decidiu pedir a internação do adolescente. Além dele, três adultos ligados aos jovens foram indiciados por coação a testemunha. O caso continua sob investigação.
