Adolescente desaparece no mar de Copacabana: Corpo de Bombeiros busca jovem de Campinas

Adolescente de 14 anos desaparece em Copacabana após alerta de ressaca. Corpo de Bombeiros busca jovem de Campinas (SP) no mar do Rio. Alerta de ressaca e ondas perigosas

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(Imagem de reprodução da internet).

Um adolescente de 14 anos permanece desaparecido após desaparecer no mar de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, na manhã de quarta-feira (31). O Corpo de Bombeiros do Estado confirmou o desaparecimento e continua as buscas. A situação ocorre em meio a um alerta de ressaca que afetou todo o litoral fluminense.

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Aumento de Salvamentos

Durante a virada do ano, os bombeiros registraram um aumento significativo de resgates nas praias da zona sul da capital. No total, foram 547 salvamentos, um salto em relação aos 29 salvamentos ocorridos no Réveillon de 2024 para 2025. A situação demonstra a importância das ações de prevenção e segurança no litoral.

Alerta e Recomendações

A Defesa Civil do Rio emitiu um alerta de ressaca para o litoral fluminense, transmitido diretamente para os celulares da população. A recomendação principal é que ninguém entre no mar. Essa orientação permanece válida nesta quinta-feira (1º).

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Alerta da Marinha e Condições do Mar

A Marinha também emitiu um alerta de ressaca, com previsão de ondas de até 2,5 metros até a manhã desta quinta. As praias de Copacabana, palco da grande festa de Réveillon, permaneceram lotadas durante a manhã de quarta.

Resgates e Dados

Os resgates ocorreram em diversas praias da zona sul, incluindo Copacabana (248), Ipanema (168), Leme (70), Arpoador (40) e Leblon (11). A corporação continua as buscas pelo adolescente desaparecido, que era de Campinas (SP) e passava o fim de ano no Rio.

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Avisos e Preocupações

Especialistas alertam sobre os riscos associados às condições do mar. O tenente-coronel Fábio Contreiras, do Corpo de Bombeiros do Rio, enfatizou: “O mar não está indicado para mergulho. Temos ondas de até 2,5 metros, um mar com muita energia, muitas valas e correntes de retorno”.

A corporação utilizará drones para enviar avisos sonoros, buscando evitar que as pessoas insistam em práticas perigosas.

Corteiras e Risco de Raios

Gerardo Portela, doutor em gerenciamento de riscos e segurança do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da UFRJ, ressaltou: “Sou carioca, pratico surfe, estou sempre na orla. Mas as condições do mar estão totalmente desfavoráveis”. Ele também alertou para o risco de queda de raios em praias abertas, onde pessoas podem estar vulneráveis durante tempestades.

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