ACM Neto ataca PT na Bahia: Estratégia questionada e tensões na base governista!

ACM Neto ataca PT na Bahia: “Chapa limitada” e tensões na base governista! O ex-prefeito critica a estratégia do PT e a exclusão do coronel Ângelo. Saiba mais!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

ACM Neto Critica Estratégia do PT na Bahia

Durante o evento Furdunço, no pré-carnaval de Salvador, em 7 de fevereiro de 2026, o vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, lançou críticas contundentes à formação da chapa “puro-sangue” do PT para as eleições estaduais na Bahia. O ex-prefeito da capital baiana expressou sua insatisfação com a estratégia do partido, destacando o que ele percebeu como um “público limitado” na comemoração do aniversário do PT no estado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Críticas à Estratégia Eleitoral do PT

ACM Neto argumentou que a decisão do PT de lançar o senador e o ministro da Casa Civil como candidatos ao Senado, sem incluir o coronel Ângelo Coronel do PSD, demonstra uma priorização da “chapa puro-sangue” em detrimento da construção de uma base governamental mais ampla.

Ele ressaltou que o coronel, após dez anos de atuação no estado – incluindo oito como senador e dois como presidente da Assembleia Legislativa –, prestou serviços relevantes à Bahia e foi, segundo o ex-prefeito, injustamente excluído da composição da chapa governamental.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Repercussão do Evento do PT

O ex-prefeito também criticou o evento de aniversário do PT no sábado, bem como a agenda do presidente Lula na Bahia, classificando-os como um “fracasso”. Ele sugeriu que o presidente Lula não se sentiu satisfeito com a presença e o engajamento do público, tanto no evento do partido quanto durante sua visita ao estado, considerando a estrutura e a capacidade de mobilização do governo estadual.

PSD e União Brasil

ACM Neto mencionou que o PSD, partido que deve apoiar Lula no estado, e o coronel Ângelo Coronel, que caminha para se filiar ao União Brasil, representam alternativas à estratégia do PT. Ele implicitamente indicou que a exclusão do coronel da chapa governamental é um sinal de tensões dentro da base governista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Sair da versão mobile