Apuração do Grupo Especial do Carnaval do Rio: Mudanças e Controvérsias em 2026
A Liga Independente das Escolas de Samba (LIES) realizou nesta quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, a apuração do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. A contagem das notas, atribuídas por 54 jurados, determinará a campeã, que será a escola com a maior pontuação.
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A escola que ficar em último lugar será rebaixada para a Série Ouro, um grupo de acesso administrado por outra entidade. A mudança mais significativa deste ano é a exigência de justificativa técnica para todas as notas, incluindo as máximas, uma medida que visa aumentar a transparência e a rigor técnico na avaliação dos desfiles.
Novas Regras e Processo de Avaliação
O sistema de avaliação foi atualizado para incluir 9 quesitos específicos: samba-enredo, harmonia, fantasias, mestre-sala e porta-bandeira, evolução, enredo, alegorias e adereços, comissão de frente e bateria. A contagem será realizada por 54 avaliadores, divididos em 6 grupos, cada um responsável por um dos quesitos.
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No entanto, apenas 36 jurados terão suas notas efetivamente divulgadas, após um sorteio que definirá quais avaliações serão consideradas. A escola campeã será definida pela soma das notas em todos os quesitos, com um total de 27 avaliações válidas, após o descarte da menor nota em cada quesito.
Controvérsias e Enredo da Acadêmicos de Niterói
A apuração deste ano também foi marcada por controvérsias, principalmente em relação à Acadêmicos de Niterói, que participou do Grupo Especial pela primeira vez. O enredo da escola, “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, gerou debates e críticas.
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A escola, fundada em 2018 e que venceu a Série Ouro em 2025, competirá agora com as tradicionais escolas do Rio de Janeiro, como Mangueira, Portela e Salgueiro.
Apoio Governamental e Críticas
A Acadêmicos de Niterói também enfrentou críticas em relação ao apoio governamental. O partido Novo entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para questionar o repasse de R$ 1 milhão da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) para a escola.
A Corte de Contas, por decisão do relator Aroldo Cedraz, negou o pedido de suspensão do repasse. Além disso, o partido Novo entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para questionar o repasse de R$ 1 milhão da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) para a escola.
A Corte de Contas, por decisão do relator Aroldo Cedraz, negou o pedido de suspensão do repasse.
Outras Controvérsias e Encerramento
A Acadêmicos de Niterói também enfrentou críticas em relação ao apoio governamental. O partido Novo entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para questionar o repasse de R$ 1 milhão da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) para a escola.
A Corte de Contas, por decisão do relator Aroldo Cedraz, negou o pedido de suspensão do repasse. Além disso, o partido Novo entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para questionar o repasse de R$ 1 milhão da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) para a escola.
A Corte de Contas, por decisão do relator Aroldo Cedraz, negou o pedido de suspensão do repasse.
