Abit prevê desaceleração no setor têxtil e de vestuário em 2026
A Abit revisa projeções para o setor têxtil em 2026, com desaceleração na produção nacional e desafios no cenário internacional. Confira!
A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apresentou projeções cautelosas para o desempenho do setor em 2026. A entidade, que representa os fabricantes, destaca a complexidade do cenário econômico global como principal fator para suas previsões.
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Desaceleração da Produção Nacional
A Abit estima um crescimento de apenas 1,1% na produção do setor têxtil e de vestuário para o ano de 2026. Essa expectativa representa uma redução em relação à projeção de 4,4% prevista para 2025, indicando uma desaceleração no ritmo de expansão da produção nacional.
Impacto da Concorrência e Cenário Internacional
A entidade aponta a crescente concorrência de produtos importados, com um crescimento previsto de 5,1%, como um desafio significativo. Além disso, o cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como a guerra na Ucrânia e as relações com o Irã, e a possível retomada de medidas protecionistas, contribui para a cautela na projeção.
Vendas no Varejo e Exportações
A Abit prevê um aumento de apenas 0,7% nas vendas do varejo de vestuário e produtos têxteis. Em contrapartida, as exportações de vestuário e produtos têxteis do Brasil devem subir 3,3% em 2026, refletindo a busca por novos mercados e a demanda internacional.
Fatores Econômicos Internos
Apesar da elevação do salário mínimo e da isenção do imposto de renda para trabalhadores com renda até R$ 5 mil, a entidade ressalta que a confiança do consumidor pode ser afetada pela incerteza política relacionada às eleições, que se espera, serão polarizadas.
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Os juros altos no Brasil também devem limitar o crescimento do consumo, apesar da tendência de queda. A Copa do Mundo pode impulsionar o mercado de vestuário esportivo, mas sem o impacto de eventos como a Black Friday ou o Dia das Mães.
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