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A economia brasileira segue em expansão, ao passo que a dos EUA enfrenta dificuldades devido a tarifas

A taxa de desemprego no Brasil é de 5,8%, a mais baixa da história; as promessas de Trump não resultaram na criação de empregos.

Por: redacao

12/08/2025 5:04

4 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Enquanto o presidente Donald Trump ataca o Brasil com tarifas, a economia brasileira tem melhorado e seguido a direção exatamente oposta à da estadunidense. Nos EUA, a inflação e o desemprego têm crescido. No Brasil, por outro lado, a taxa de desocupação atingiu o menor nível da história e a inflação tem permanecido cada vez menor.

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Em meados do primeiro trimestre do ano corrente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que 5,8% da força de trabalho nacional encontrava-se desempregada. Representou a primeira ocorrência em que a taxa quedara inferior a 6%.

Em junho, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou queda de 0,24%, seguindo a tendência iniciada em fevereiro.

Os Estados Unidos criaram 35,5 mil vagas de emprego no trimestre que encerrou em julho, excluindo o setor agropecuário, de acordo com o Federal Reserve (FED), o banco central americano. Este foi o desempenho mais fraco desde 2020, durante a pandemia.

A inflação subiu de 0,1% para 0,3% de maio para junho, fato que se deu após Trump anunciar, em abril, a taxação de quase todos os produtos provenientes do exterior para o mercado interno.

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Em julho, Trump implementou uma taxa adicional contra o Brasil, em retaliação ao país devido aos processos criminais envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Atualmente, todas as mercadorias exportadas do Brasil para os EUA estão sujeitas a uma tarifa de 50%. Até o momento, essa medida não afetou os indicadores econômicos brasileiros. Nos Estados Unidos, contudo, já existem efeitos negativos.

Oreiro e Dantas destacaram que ainda não é possível considerar uma crise nos Estados Unidos. Além disso, reiteraram que a economia americana é estruturalmente mais avançada que a brasileira, com menor taxa de desemprego e salários mais elevados. No entanto, o país está atualmente enfrentando um período de deterioração, ao contrário da economia do Brasil.

“Não se trata de termos taxa de desemprego e inflação menores, mas a questão é a dinâmica. Na variação estamos melhores”, ratificou Mauricio Weiss, economista e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Para Weslley Cantelmo, economista e presidente do Instituto Economias e Planejamento (IEP), o que é evidente nos EUA é a desindustrialização, que impacta preços e empregos. Ele afirma que, há décadas, empresas americanas deixaram de produzir no país, o que diminui a procura por mão de obra local e causa insatisfação.

Cantelmo recordou que Trump implementou tarifas sobre produtos estrangeiros, alegando que isso poderia revitalizar indústrias americanas. Contudo, até o presente, tal medida não surtiu efeito. Na realidade, apenas elevou a inflação, visto que o custo de produtos importados para os EUA aumentou.

Donald Trump propõe trazer de volta para os Estados Unidos empresas que se estabeleceram no exterior a partir das décadas de 1980 e 1990. Desta forma, foram implementadas as tarifas. Contudo, estas não estão produzindo o efeito desejado e ainda contribuem para o aumento da inflação, afirmou Roberto Goulart Menezes, professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB).

Ao anunciar a tarifação, Trump também mencionou a intenção de aumentar a arrecadação dos EUA por meio da taxação de parceiros comerciais, visando, assim, a criação de espaço para a redução de impostos cobrados da população. Pedro Faria, economista e doutor em História, também afirmou que as mudanças planejadas para as contas públicas dos EUA não se concretizaram. Inclusive, o déficit público tem aumentado — o governo gasta mais do que arrecada —, ao contrário do que ocorre no Brasil.

O país tem aumentado os gastos, porém com a redução do déficit, explicou. O governo Trump está em um processo de aumento do déficit causado pela redução da tributação.

Faria afirmou que essa questão é fundamental para compreender a diferença nos resultados econômicos do Brasil e dos Estados Unidos. Ele argumenta que a redução de impostos sobre pessoas ricas, como ocorre nos EUA, não estimula o crescimento. Em contrapartida, o Brasil tem tributado indivíduos de alta renda para fortalecer as políticas de apoio aos mais necessitados, o que impulsiona a economia.

O salário mínimo gera grande demanda, pois distribui renda e as pessoas que o recebem são aquelas com maior propensão a consumir, o que impulsiona significativamente a economia, afirmou Weiss.

Fonte por: Brasil de Fato

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redacao

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