A trajetória da marca de pijamas femininos “A DOMANI” começou com a experiência de Katya Eckert, uma executiva de 41 anos que, antes de empreender, trabalhava em desenvolvimento de negócios em uma corretora de derivativos em Nova York. A inspiração para a marca surgiu do seu próprio período de pós-parto, marcado por alterações hormonais intensas, noites de suor e dificuldades com roupas que não atendiam às suas necessidades.
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O Desafio Pessoal e a Ideia
A necessidade de roupas que oferecessem conforto térmico em momentos de grandes mudanças no corpo – como pós-parto, menopausa ou tratamento de câncer – gerou a ideia da “A DOMANI”. O conceito da marca se baseia em tecidos que proporcionam bem-estar e conforto em momentos de transição.
Crescimento e Investimento Inicial
O negócio começou com uma receita de US$ 30 mil em dois meses e atingiu US$ 500 mil por ano, com projeções de faturamento de sete dígitos em 2026. O lançamento da marca foi financiado com um investimento inicial de US$ 200 mil, que Eckert utilizou para cobrir os custos de desenvolvimento de produto, seleção de tecidos, contratação de uma fábrica no exterior, compra de estoque inicial e estruturação básica da empresa.
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Desafios e Adaptações
Após um período de crescimento, a empresa enfrentou um revés com o diagnóstico de câncer de mama da mãe de Eckert e uma nova gravidez, o que exigiu que a empreendedora reduzisse drasticamente os gastos e se concentrasse na gestão do tratamento e da empresa.
A marca passou por um período de sobrevivência, com foco em controle de custos e produção sob demanda.
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Um Momento de Reconhecimento
A virada na história da marca ocorreu com a exposição em Oprah Daily e CBS Mornings, o que impulsionou a demanda. A gestão eficiente de custos, a operação leve e a prudência financeira permitiram que a empresa superasse um período crítico, demonstrando a importância de uma gestão financeira sólida.
